brasil – Portal RV https://portalrv.com.br Thu, 16 Jan 2025 12:15:17 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.1 https://portalrv.com.br/wp-content/uploads/2023/04/cropped-PORTAL-RV-32x32.png brasil – Portal RV https://portalrv.com.br 32 32 Governo vai pedir que Polícia Federal investigue fake news sobre Pix https://portalrv.com.br/governo-vai-pedir-que-policia-federal-investigue-fake-news-sobre-pix/ https://portalrv.com.br/governo-vai-pedir-que-policia-federal-investigue-fake-news-sobre-pix/#respond Thu, 16 Jan 2025 12:15:16 +0000 https://portalrv.com.br/?p=1076 Após a crise envolvendo a norma sobre de fiscalização da Receita Federal sobre movimentações financeiras, a Advocacia-Geral da União (AGU) anunciou nesta quarta-feira (15) que solicitará à Polícia Federal a abertura de um inquérito para apurar a autoria e a disseminação de informações falsas nas redes sociais sobre o uso do Pix.

— Determinamos que a AGU notifique a Polícia Federal para a abertura de inquérito policial para identificar todos os atores nas redes sociais que geraram esta desordem informacional, que criaram esta narrativa e fizeram com que pessoas de boa-fé, comerciantes, cidadãos em geral, caíssem nos golpes contra a economia popular — afirmou o ministro da AGU, Jorge Messias, durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto.

O órgão também vai solicitar à Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, para investigar possíveis práticas abusivas que levara, à aplicação de golpes.

— Em razão dos crimes que foram cometidos, pessoas de boa-fé caíram em golpes estimulados pela mentira produzida por esses criminosos — disse Messias.

O governo federal recuou e decidiu revogar a norma da Receita Federal sobre monitoramento das movimentações financeiras, incluindo o Pix e outros meios como cartão de crédito, após a repercussão negativa e uma onda de notícias falsas, como a de que haveria cobrança de imposto nas transações.

A informação foi confirmada pelo secretário da Receita Federal, Robison Barreirinhas, após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto, na tarde desta quarta-feira.

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Deputados goianos dividem opiniões sobre a proposta de fim da escala de trabalho 6×1 https://portalrv.com.br/deputados-goianos-dividem-opinioes-sobre-a-proposta-de-fim-da-escala-de-trabalho-6x1/ https://portalrv.com.br/deputados-goianos-dividem-opinioes-sobre-a-proposta-de-fim-da-escala-de-trabalho-6x1/#respond Wed, 13 Nov 2024 19:34:22 +0000 https://portalrv.com.br/?p=1038 A proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa acabar com a escala 6×1 – jornada de seis dias de trabalho seguidos por um dia de descanso – vem gerando debates intensos entre os parlamentares. Entre os 17 deputados federais do estado, três se posicionaram favoráveis e assinaram a PEC: Adriana Accorsi (PT), Rubens Otoni (PT) e Zacharias Calil (União Brasil). A proposta destaca a necessidade de mais dias de descanso para os trabalhadores, argumentando que o atual sistema prejudica o bem-estar físico e mental de muitas pessoas.

A PEC da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), anunciou na manhã desta quarta-feira (13), que conseguiu alcançar as 171 assinaturas necessárias para que a proposta seja protocolada na Câmara e o debate seja aberto junto ao Plenário e Comissões. Na prática, ela reduz os dias trabalhados para 4 dias, proporcionando até três dias de folga aos trabalhadores.

Adriana Accorsi: “A escala é desumana e afeta principalmente as mulheres”

Para a deputada Adriana Accorsi (PT), o fim da escala 6×1 representa uma oportunidade de proporcionar uma vida mais digna aos trabalhadores. Em declaração ao Mais Goiás, ela destacou. “O sistema de escala 6×1 priva os trabalhadores e as trabalhadoras do convívio com a família, do cuidado com a saúde física e mental, de frequentar a igreja ou estudar e de ter o descanso merecido!” Adriana também ressaltou os impactos desproporcionais dessa jornada sobre as mulheres.

“A escala de trabalho 6×1 é uma jornada desumana que afeta a todos, mas é ainda mais injusta para as mulheres. Além das horas exaustivas no trabalho, muitas enfrentam uma dupla jornada ao cuidar da casa, da família e de si mesmas com pouquíssimo tempo de descanso. Esse ritmo prejudica a saúde, esgota as energias e rouba o tempo que deveriam ter para estar com quem amam e para o próprio bem-estar.”

Rubens Otoni: “Mais tempo para formação profissional e convivência familiar”

Outro defensor da PEC, o deputado Rubens Otoni (PT) enfatizou os benefícios para a saúde mental dos trabalhadores. “Essa mudança significa mais tempo para investirem em sua formação profissional e para estarem com suas famílias, o que pode favorecer a saúde mental de todos.”

Otoni reiterou seu compromisso com políticas que valorizem a vida e o bem-estar dos trabalhadores, destacando que continuará a defender pautas que garantam direitos e qualidade de vida.

Zacharias Calil: “Debate deve considerar a viabilidade econômica das empresas”

Representante da base governista de Ronaldo Caiado, Zacharias Calil argumentou que a PEC acompanha uma tendência mundial de revisão das jornadas de trabalho. Ele destacou a importância de equilibrar a qualidade de vida dos trabalhadores com a sustentabilidade econômica das empresas. “Assinei a PEC Vida Além do Trabalho para pôr fim à escala 6×1, seguindo uma tendência mundial. É hora de debater amplamente a qualidade de vida do trabalhador e a viabilidade econômica das empresas privadas, que são as maiores geradoras de empregos no país,” afirmou Calil, indicando que vê na proposta uma oportunidade de diálogo sobre as condições de trabalho no Brasil.

Gayer e Ismael Alexandrino se opõem à PEC, defendendo a flexibilidade da CLT

Nem todos os parlamentares goianos compartilham do entusiasmo com a proposta. O deputado federal Gustavo Gayer (PL) foi enfático ao condenar a PEC, considerando-a “uma proposta inexequível, sem pé nem cabeça.” Ele argumenta que quem apoia a proposta desconhece as consequências econômicas, o que poderia levar o país à miséria, segundo sua visão.

Ismael Alexandrino (PSD) também manifestou forte oposição, pontuando que a proposta representa riscos para a manutenção dos empregos. Ele acredita que o tema já é suficientemente abordado pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que permite a negociação de jornadas entre empregador e empregado. “Considero deletéria para a sustentabilidade dos empregos. A relação empregado e empregador é definida pelo contrato estabelecido na CLT, que já permite qualquer tipo de jornada, desde que acordada. Exigir uma escala fixa que onere o empregador será repassado custo pro usuário,” argumentou Alexandrino, reforçando que a imposição da escala 6×1 em uma PEC induziria a demissões e ao desemprego.”

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